29.6.05

Tempestade

iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Era meio dia e meia quando hoje cheguei ao atelier; um silvo contínuo atravessa-me o cérebro, fazendo-me desejar estar em qualquer outro local que não aqui e agora, trabalhando. Só faltariam 228 minutos. É que hoje saio às 19h30. Já decidi. Contudo, o relógio, não sei como, parece que descobriu o meu alto nivel de perturbação, e insiste em fazer com que, hoje, cada minuto demore uns quatro. Será um paradoxo temporal ou simplesmente lentidão cerebral? Que calvário! Tortura! E entretanto chegaram hoje os desenhos todos do engenheiro (um tal de António, de Lisboa) para o parque de estacionamento e coube-me a mim a tarefa de revê-los todos!! Socorro! ...maldita cerveja...

4 Comments:

Blogger Lourenço Ataíde Cordeiro said...

228,227,226,225,224,...

6/29/2005 4:20 da tarde  
Anonymous inês said...

Ele é cicolne, ele é tempestade...vem aí o arco-iris!

Passa tempo passa!!

Vou soprar daqui o relogio..

beijinhos

6/29/2005 4:29 da tarde  
Anonymous el niño said...

já percebi porque é que os furacões têm nome de pessoa!

6/29/2005 9:15 da tarde  
Blogger Arroz de Estragão said...

São assim as cañas em cidades sem um rio...deixam-nos no afã de beber (ainda) mais! Malditas!

6/30/2005 12:41 da manhã  

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